sábado, 13 de junho de 2026

Mão cheia de nada

 Quando tudo o que a gente acredita, desaparece, o que nos sobra? Nada.

O que continua verdadeiro, mesmo depois de todas as minhas ilusões terem caído? As feridas.

A única certeza é que o que fui, já não sou mais.

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